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Vinhos

Conheça os vinhos verdes que vão andar nas bocas do mundo

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A mesa do júri internacional é sempre animada. E eclética. Afinal, não é todos os dias que se juntam, por uns dias, especialistas em vinho de países tão distintos como o Japão, a Suécia, os EUA, a Rússia, o Canadá ou o Brasil. O conhecedor conjunto de palatos é responsável por eleger os cinco vinhos que vão ser emblema da região dos Vinhos Verdes pelo mundo fora, durante 2018.


Este ano, o destaque vai para as castas Alvarinho, Azal, Avesso e Loureiro, comuns aos eleitos: Quinta de Linhares Azal 2017; Quinta da Raza Colheita Seleccionada Avesso 2017; Quinta do Regueiro Primitivo Alvarinho 2015; Quinta do Regueiro Reserva Alvarinho 2017 e Casal de Ventozela Loureiro 2017.

Chegar ao “Best Of Vinho Verde”
A escolha do “Best of 2018” resulta da votação de um júri composto por convidados de nove países: James Tidwell (EUA), Steven Robinson (Canadá), Dirceu Vianna Jr. (Brasil), Takenori Beppu (Japão), Vladislav Markin (Rússia), Andrew Catchpole (Reino Unido), Peer F. Holm (Alemanha), Andreas Larsson (Suécia) e Manuel Moreira (Portugal).

Além desta seleção ‘internacional’, a cerimónia, que teve lugar no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, sublinha também as melhores colheitas nas categorias Ouro e Prata.

Entre as mais de 280 referências a concurso foram eleitos, em prova cega, pelo painel de provadores nacionais, “Os Melhores Verdes 2018” na categoria Ouro: Quinta D’Amares Superior 2017 (Vinho Verde Branco); Pluma 2017 (Vinho Verde Rosado); Tapada dos Monges Vinhão 2017 (Vinho Verde Tinto); Casa de Vilacetinho Colheita Seleccionada Avesso 2013 (Colheita ≤ 2015); Portal do Fidalgo Alvarinho 2017 (Vinho Verde Alvarinho); Opção Arinto 2017 (Vinho Verde Arinto); Casa de Vilacetinho Superior Avesso 2017 (Vinho Verde Avesso); Quinta da Levada Azal 2017 (Vinho Verde Azal); Casal de Ventozela Loureiro 2017 (Vinho Verde Loureiro); Quinta da Lixa Escolha Trajadura 2017 (Vinho Verde de Casta); Muralhas de Monção Branco Reserva Bruto Alvarinho 2015 (Espumante de Vinho Verde); Delícia (Aguardente de Vinho Verde) e Casal de Ventozela Alvarinho 2017 (Vinho Regional Minho).

Como se escolhe um grande vinho?
A seleção dos “Melhores Verdes” decorre em três etapas, sempre marcadas por provas cegas. Na primeira etapa, a de pré-seleção, são provados os vinhos das categorias mais concorridas, cabendo ao júri de pré-seleção a escolha dos dez melhores para a etapa seguinte.
O júri de pré-seleção é constituído por quatro representantes da Junta de Recurso e três elementos da Câmara de Provadores da Comissão dos Vinhos Verdes. Na segunda etapa são atribuídos aos melhores vinhos do ano os prémios Ouro, Prata e Honra. O júri que os elege é constituído por representantes da Região dos Vinhos Verdes, da Câmara de Provadores da Comissão dos Vinhos Verdes e de outras Câmaras de Provadores nacionais, de institutos de investigação, da Direção Regional de Agricultura, e ainda por escanções e comunicação social. Passam à terceira e última etapa os Vinhos Verdes premiados com Ouro e Prata, e ainda os vinhos seguintes melhor classificados até que esteja concluído um painel de 35 Vinhos Verdes.

Quase 300 vinhos em prova
Os vinhos são avaliados por críticos e provadores internacionais, selecionados nos principais mercados de exportação do Vinho Verde, que elegem os “Best Of Vinho Verde” do ano - os melhores do ano na perspetiva dos mercados internacionais.
O júri de 2018 provou cerca de 280 amostras, agrupadas em oito grandes categorias: Vinhos Verdes Brancos, Rosados, Tintos, de Casta, Colheita Igual ou Inferior a 2015, Espumantes de Vinho Verde, Aguardentes de Vinho Verde e Vinho Regional Minho.
Os prémios Ouro e Prata foram atribuídos ao primeiro e segundo classificados em cada categoria e os prémios Honra aos demais concorrentes com pontuação igual ou superior a 80 pontos.

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