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Casal Mendes Blue: Azul, da cor do vinho!

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A escolha já não é só branco ou tinto. A Aliança Vinhos de Portugal acaba de lançar no mercado um vinho de cor azul. Leve e fresco, está a deixar o verão com uma nova cor...

Conta a história que o BAC, o cão gigante que recebe os visitantes na sede da Bacalhôa em Azeitão, andou desaparecido pelo mundo. Ninguém sabia onde andava o bicho até que, um dia, as câmaras de vigilância deram com o animal no laboratório de enologia. De pipeta e tubo de ensaio nas patas, o BAC, usando as mais azuladas rosas do jardim, criou um vinho novo de cor… azul. Nascia assim o Casal Mendes Blue, o sucesso vínico deste verão, que está a surpreender, quer os críticos, quer os consumidores.

Ficção à parte, a história de BAC serviu, nas redes sociais, para alimentar o imaginário dos seguidores e para anunciar a criação de um vinho azul, completamente produzido em Portugal. Tem como base o Casal Mendes Branco, produzido pela Aliança Vinhos de Portugal, e chega a esta cor graças à adição de produtos naturais, que também lhe dão uma ligeira doçura. Um vinho perfeito para quem não gosta de vinho, até porque permite a adição de gelo, de uma rodela de limão ou, aquilo que a criatividade de quem o servir ditar.

Assume-se ainda, diz a empresa, este Casal Mendes Blue como “um vinho criado para satisfazer o desejo e a procura por uma bebida mais saborosa, refrescante e envolvente, para partilhar com amigas e amigos em ambientes de festas, noite, numa esplanada ou para desfrutar em pleno de um pôr-do-sol após um longo dia de praia”. Tem apenas 10% de teor alcoólico e uma acidez equilibrada por uma doçura bem integrada. Cada garrafa custa €2,99 só nas lojas da Bacalhôa e do grupo.

O Casal Mendes Blue é o segundo vinho de cor azul produzido na Península Ibérica. Aliás, terá sido a criação do Gïk quem despoletou o projeto. Ao saber da novidade o presidente da Bacalhôa lançou o desafio à equipa de enologia que, num tempo recorde, criou, produziu e comercializou o vinho. O sucesso tem sido tal que é frequente, apesar da quantidade produzida, estar esgotado nas lojas da Bacalhôa, como o Boa Cama Boa Mesa comprovou, ou com longas filas para adquirir uma garrafa.

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