Boa Cama, Boa Mesa

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Guia de Restaurantes

Mesa de Lemos

Preço médio €50

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A entrada na Quinta de Lemos em nada deixa antever o que se vai encontrar, seja em termos arquitetónicos ou decorativos. O impacto é brutal, ao perceberem-se peças de design a coabitar com o frio da rocha, que se manteve como parede interior do edifício. Do outro lado, o olhar passa pelas enormes vidraças em busca dos vinhedos e do verde da floresta. Estamos na Quinta de Lemos, mais precisamente no Mesa de Lemos, uma espécie de laboratório privado do chefe Diogo Rocha, ambicioso e talentoso, que serve as criações e recriações apenas ao jantar (sexta-feira e sábado), ainda que se estude um dia fixo para almoços de fim de semana. O Dão, na sua faceta mais larga que não apenas ligada aos vinhos, aqui também produzidos e servidos, serve de matriz para o trabalho do chefe e tem continuidade no trabalho de sala, liderado pelo escanção da casa, Eduardo Neto. Os sentidos são preparados com fogo e aromas fortes, antes do desfile de snacks experimentais, da canja de santola às línguas de bacalhau. Segue-se aquilo que Diogo Rocha delineou para cada noite (todas são diferentes), numa quase volta a Portugal em produtos e sabores, dos Açores, as lapas com feijão e feijoca, o bacalhau, com azeites da casa, o robalo de Peniche, um prato de grande elegância e muito bem conseguido, e um novilho maturado de sabor imaculado da Beira Interior. Os queijos, de ovelha, de cabra e dos Açores, puxam pelo palato, antes da sobremesa, a pera “do nosso pomar”, com dióspiro e courgette, a revelar doçura, elegância e subtileza.
Contactos
Características
  • 35
  • Só abre para jantares, exceto ao sábado
  • Domingo, segunda-feira
  • Obrigatória
  • Proibido fumar
  • Sim
  • 50.00