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Sala de Corte: Regressaram os “Prazeres da Carne” a Lisboa

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A espera, afinal foi curta. Foi de apenas sete meses, o tempo necessário para deslocar o Restaurante Sala de Corte da morada original na Rua da Ribeira Nova, 28, em Lisboa para o número 7 da Praça D. Luís I. Ganhou-se espaço, mais lugares (passou de 28 para 66), uma maior arca de maturação, que agora vai aos 30 dias, ao contrário dos habituais 21, e, com isto tudo, Lisboa voltou a ter um espaço onde os prazeres da carne são levados ao extremo.



As qualidades de Luís Gaspar, enquanto chefe de cozinha, já não deixam ninguém indiferente. Vencedor da edição de 2017 do concurso Chefe Cozinheiro do Ano, habituou a cidade à excelência da carne, ao requinte dos acompanhamentos e à delicadeza da apresentação, e os verdadeiros “carnívoros” sentiram a sua falta durante estes sete meses afastado dos grelhadores. No novo Sala de Corte, percebe-se a satisfação do regresso, e, principalmente, o orgulho com que volta a escolher cortes de carne e a sugerir uma ou outra opção da carta, em frente à vitrina de maturação.



As novidades apresentadas por Luís Gaspar no Sala de Corte são o “T-bone”, com o osso a separar o lombo e a vazia, maturada durante 15 dias, vendida ao quilo (€75), e a “Rabada Minhota Galega”, uma peça de grandes dimensões, que inclui maminha, picanha, alcatra e pojadouro, também servidos a peso (€85). Uma forma diferente de servir três tipos de corte, perfeito para partilhar numa das elegantes mesas da sala, ou, ao balcão, onde o engenho e a arte de quem prepara a carne fazem parte da refeição.

Naturalmente, no Sala de Corte, continuam o “entrecôte” (€23), o “lombo” (€24), o “Chateaubriand” (€32), a “picanha” (€22) e a “vazia” (€18) sempre servidos com servida com tomate cereja assado e relish de tomate fumado. Surgem acompanhados de vários molhos, escolhidos para elevar o sabor da maturação, como o “Chimichurri”, a “Maionese de Trufa Negra”, o “Béarnaise”, a “Manteiga de Alho e Ervas” e o de “Cogumelos”. Há ainda “Puré de Batata com Azeite de Trufa”, “Brás de Cogumelos e espargos verdes”, “Arroz de Feijão, chouriço de cebola e farofa de mandioca” e um fenomenal “ Esparregado de Espinafres com Queijo S. Jorge DOP 12 meses”.

Quem pretende algo mais rápido, pode optar por um Prego, servido em bolo do caco com maionese de mostarda Dijon e com batatas fritas, que pode ser da “Vazia” (€14), de “Entrecôte” (€16) ou do “Lombo” (€18). O “Bife Tártaro do chef” (€22) e o “Hambúrguer com ovo, queijo cheddar e barriga de porco fumado” (€14), são outras das opções.

Outra das novidades do Sala de Corte é a janela virada para a rua e para a esplanada, com uma carta de “Snack’s” (€4), que mais do que um entretém antes de entrar na sala, são propostas para o fim do dia ou, início da noite. Há “Wonton de Queijo Serra da Estrela, copita e compota de figo”, “Rissol de Presunto Pata Negra, queijo S. Jorge DOP e maionese de trufa negra” e “Taco de Rosbife à Portuguesa com maionese de alheira”, bom como “Croquetes de Novilho com mostarda Dijon”. Sugere-se que sejam acompanhados por um Coktail, outra das novas apostas, criados por Fernão Gonçalves, habitualmente no Restaurante Pesca, como o “Mojito de Manjericão e Gengibre”, o “Whisky Fizz de Tangerina e Lima kaffir” e o já famoso “Negroni envelhecido e Trufa”.



O restaurante Sala de Corte não encerra, ao sábado e domingo servem de forma ininterrupta das 12h00 à 01h00, e fica na Praça D. Luís I, 7, junto ao Cais do Sodré em Lisboa (Tel. 213 460 030).

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