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Restaurante Terceira Geração: Celebrar gastronomia e vinhos numa tachada de coelho

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Ao lado do castelo de Palmela, um restaurante típico e acolhedor que ganhou fama com uma espécie de feijoada de coelho, integra os Fins de Semana Gastronómicos do Vinho de Palmela

A propósito dos Fins de Semana Gastronómicos dos Vinho de Palmela, o restaurante Terceira Geração preparou uma iguaria inspirada no prato estrela da casa. Para provar até 10 de Setembro.

Ligamos para o Terceira Geração para marcar mesa para o próximo fim de semana. Decidimos que o almoço de sábado será coelho, um desejo tão legítimo como outro qualquer, e damos início a uma senda que nos encaminha, inevitavelmente, para um restaurante de Palmela conhecido por servir (só ao fim de semana) uma das melhores versões do mesmo: o famoso Coelho à Graciosa (€9), uma reinterpretação da feijoada clássica que, bem vistas as coisas, justifica o desvio. Atende Dona Idalina, simpática e despachada, que nos diz que sim senhora, há lugar à mesa e coelho que chegue para dois ou três. Antes de se despedir lembra-se de anunciar que “durante a festa vai haver coelho todos os dias, não só ao fim de semana”. Desliga. Festa? Qual festa? Será a propósito das Festas das Vindimas que começam hoje?

Uma pesquisa rápida confirmou: o concelho de Palmela vai, de facto, estar em festa até 10 de setembro com mais uma edição dos Fins de Semana Gastronómicos, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal e da Associação da Rota dos Vinhos da Península de Setúbal que junta 20 restaurantes locais para dar a conhecer os néctares e as iguarias da região.

O restaurante Terceira Geração, fiel à especialidade que lhe dá fama, preparou para os próximos dez dias uma variação de coelho, desta vez ao vinho tinto (€9) e uma sobremesa clássica que, nunca falhando, é também uma sentida homenagem aos vinhos da Península de Setúbal: Pêra bêbeda em vinho Moscatel (€3). Para os não apreciadores de coelho, as sugestões à carta continuam ativas e, delas, vale a pena passar o dente pela Massinha de tamboril e pelo Cozido à portuguesa, sempre que possível acompanhados do vinho branco gaseificado da casa, servido a copo em em jarro.


De seguida, aconselha-se, ainda, um passeio demorado pelo castelo de Palmela, logo ao lado do restaurante, senão para conhecer mais de perto a história do concelho, que seja para digerir o almoço. As doses são muito generosas, tanto quanto os donos do restaurante.

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