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Restaurante Mesa de Lemos: Minimalista, mas cheio de sabores!

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A nova carta criada por Diogo Rocha junta à mesa todo um Portugal repleto de tradição e de inovação. Provavelmente, o melhor menu de sempre deste requintado restaurante perto de Viseu

No restaurante Mesa de Lemos, na Quinta de Lemos, em pleno Dão, o chefe Diogo Rocha gosta de rituais. Cada refeição tem sempre um: Seja o das toalhas frescas com água do rio que corre ali perto, seja o de queimar rosmaninho para contextualizar a sala e os convidados para a região onde nasceu e escolheu instalar-se. Gosta também de sabores apurados, de pratos simples e de apresentações cuidadas, conseguindo, com o último menu, atingir, para já, um dos pontos mais altos da carreira como cozinheiro, justificando, a cada prato que serve, ser um dos premiados com o Garfo de Ouro do Guia Boa Cama Boa Mesa 2017.

O novo “Menu Mesa de Lemos Primavera – Verão 2017”, com três opções, está repleto de simplicidade. Minimalista na escolha dos ingredientes, e na forma de os apresentar na carta, consegue com uma dedicada e jovem equipa apresentar à mesa todo um Portugal de sabores. Harmonizados, todos os pratos, na perfeição com os vinhos feitos com exigência, das uvas das videiras que transformam a paisagem a partir da fenomenal sala, desenhada pelo arquiteto Carvalho Araújo num ingrediente fundamental.



A mais completo das três opções propostas por Diogo Rocha é o “Menu do Chefe”. Inclui, “Do Algarve – os mariscos”, “De Peniche – o polvo”, “Dos Açores – o cherne” e, abrindo uma exceção a um dos produtos que o chefe mais usa, chega “Da Islândia – o bacalhau”, justificado pela ancestral tradição de consumo nacional. Há ainda, na carta, “Do Caramulo – o Cabrito”, “De Resende – a cereja” e, “Da cidade de Viseu – o jardim”. Este menu tem o preço de €120, que acresce €45 caso se pretenda a experiência completa de harmonização de vinhos.



O “Menu de Lemos”, com cinco momentos, cruza o “Menu do Chefe”, mas substitui a entrada pela proposta “Da Madeira – o Maracujá”. Custa €75, mais €25 com vinhos. O “Menu Mesa de Lemos” tem apenas três momentos. Começa com “De Trás-os-Montes – o Bísaro”, passa pela “Da Islândia – o bacalhau” e termina com “De Resende – a cereja”. Custa €35, com €15 para suplemento de vinhos.

O Primeiro Rosé



Chama-se Manuela o primeiro vinho rosé da Quinta de Lemos, apresentado recentemente nas Berlengas. O Manuela Rosé 2015 (€25,90), presta mais uma vez em homenagem a uma das mulheres da família de Lemos. Chega o mercado acompanhado pelas novas colheitas Dona Paulette 2015 (€25,90), Alfrocheiro 2012 (€18), Jaen 2012 (€18) e Touriga Nacional 2012 (€20). Sendo que os tintos têm sido a imagem de marca da Quinta de Lemos, e depois do sucesso do primeiro branco, Dona Paulette, este novo Manuela Rosé surpreende pelas notas aromáticas e pelo volume e estrutura que apresenta na boca, contrariando o conceito do rosé social, fresco e leve.

A Quinta de Lemos nasce em meados dos anos 90 pela mão de Celso de Lemos. Encontra-se no vale do Dão, escondida numa altitude de 340m, onde se encontram 25 hectares de vinha e 3000 de oliveiras. Todos os anos a Quinta de Lemos apresenta dois ou três “blends” que, em homenagem aos antepassados familiares, são batizados com nomes da família; e quatro vinhos mono-varietais diferentes das castas Jaen, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Alfrocheiro.

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