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Santa Luzia Arthotel: A arte de bem receber

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IvoRainha

Em pleno centro histórico de Guimarães, a sofisticação surge entre edifícios carregados de história.

Instalado no que em tempos foi uma casa de família, desta antiga moradia oitocentista resta apenas a imponente fachada. E a curiosidade de o seu último habitante (Domingos Fernandes) ser o sócio nº 1 do Vitória de Guimarães Sport Clube. No interior, um ambiente amadeirado e luminoso pontuado por mobiliário nórdico revela como mesmo num alojamento de 4 estrelas é possível sentir o aconchego do lar. A reconstrução esteve a cargo do Atelier Imago, vencedor do prémio ArchDaily 2011 com a capela Árvore da Vida, em Braga.

Com 99 quartos à disposição e preços a variar entre os €80 e os €175 (com pequeno-almoço), o Santa Luzia Arthotel (Rua Francisco Agra, 100, Guimarães. Tel. 253 071 800) é neste momento a maior unidade hoteleira da cidade e promete uma estadia tranquila, a dois passos do buliço da cidade onde nasceu Portugal.

Menos caseiro é o “rooftop” do edifício, com uma vista panorâmica de 360º sobre Guimarães, uma piscina exterior com 46 metros rodeada de confortável mobiliário e um serviço de bar com menus ligeiros, de uso exclusivo para clientes. Na cave o hotel é dotado de um Spa com jacuzzi, banho turco, sauna e piscina aquecida cujo valor de utilização é de €10, com tempo limitado. Já o “menu” de massagens, com uma oferta tradicional, anda entre os €25 e os €50 e exige marcação prévia.

Um espaço para todos



O espaço não foi apenas pensado para hóspedes. No rés-do-chão, logo à entrada, um bar/lounge, aberto ao público entre as 12h00 e as 19h00, convida a relaxar em ambiente requintado. O restaurante, com vistas para um pátio com um espelho de água, cujo menu está a cargo do chefe Nuno Merêncio, tem uma ementa que varia ao sabor das estações, mantendo algumas especialidades que estão no “top” dos clientes como o Entrecôte de novilho, a Mousse de chocolate com curd de limão ou o clássico Leite creme.

Já a arte é outra boa desculpa para abrir as portas aos vimaranenses e fazer deste espaço um ponto de paragem obrigatório. Nos planos da gerência está um programa de exposições e concertos para ocupar a sala de exposições e os espaços comuns. Atualmente está patente uma exposição de pintura de Délia de Carvalho.

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